Robalo no forno

Além do dito cujo, perfurado e recheado com alho:

  • abóbora da mãe aos cubos
  • cenoura da cunhada em palitos grossos
  • pomodoros do sogro aos sextos
  • manjericão da horta do 6º andar
  • chuchu às fatias
  • cebola às rodelas grossas
  • oregãos, sal fino e azeite q.b.

Forno a 180º, desligar quando as cebolas começarem a tostar ou baixar para 120º se quisermos os vegetais mais macios.

Havendo batatinhas também iam, com casca bem lavada e eventualmente previamente meio cozidas no micro-ondas (conforme o tamanho).

Não havendo grávidas nem lactentes também ia meio copo de vinho branco a meio da assadura para refrescar.

 

 

 

 

O meu próprio servidor – parte 1

Este artigo é a parte 1 de 4 da série  O meu próprio servidor

Tentativas anteriores de ter o meu próprio site acabaram sempre mal – mais cedo ou  mais tarde um palerma pirata qualquer acabava sempre por conseguir tomar conta dele e utilizar o meu domínio para fins no mínimo duvidosos. Ter um site alojado numa empresa deixa-nos dependente da qualidade dos serviços de administração de sistema dessa empresa… e a experiência ensinou-me que mais vale arregaçar as mangas e fazer eu mesmo. Mas infelizmente quando temos um site alojado numa empresa o nosso controlo sobre o servidor em si é nulo, o mais que conseguimos para lá de webadmin é o controlo sobre o file system – nunca sobre o estado dos serviços, as configurações ou as versões.

A solução passava por ter o meu próprio servidor dedicado mas os preços eram exorbitantes por isso durante algum tempo aventurei-me e tive o meu próprio servidor doméstico, ligado à net através da minha ligação ADSL. Para experiências e usos reduzidos servia perfeitamente mas as ligações ADSL na minha zona estão limitadas pela Portugal Telecom a uns míseros 4 Mbps com 512  kbps e acabei por desistir.

Mas agora existem os VPS/VDS que nos permitem utilizar apenas uma fracção de um servidor real como se fosse um servidor completo. A experiência do servidor doméstico mostrara que 200 MHz e 64 MB eram suficientes para um pequeno site por isso optei por um VDS de 256 MB com 5 GB de espaço em disco. O processador é de 3 GHz, tem de ser partilhado pelos restantes VDS mas mesmos que haja 10 servidores em simultâneo a puxar pelo processador dá 300 MHz a cada um – quanto aos outros não sei mas a mim chega-me perfeitamente.

Ah pois, e Linux porque para lidar com as parvoíces do Windows já me basta o dia-a-dia. Escolhi Ubuntu Server porque já estou familiarizado com o Ubuntu como Desktop principal mas Red Hat também seria uma boa escolha (na minha profissão também lido com uns quantos servidores RHEL embora não como webadmin).

E agora que em Portugal finalmente se deu a liberalização nos Domínios, um domínio .pt só para mim.

No próximo artigo explico como configurar o servidor VDS para funcionar como servidor Web.